raulguterres
Aug 5
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Ao contrário de muitos amigos e conhecidos, nunca fui ao Programa do Jô. Fui convidado uma vez em em 2006, mas eu estava no interior da Colômbia filmando.
Conhecê-lo era um dos meus sonhos... desde a infância. Quando o garotinho em São Luis do Maranhão dava um jeito de ficar acordado para assistir “Faça Humor Não Faça Guerra”, depois “Satiricom”, “O Planeta dos Homens”, e “Viva o Gordo”. Eu queria falar todos os idiomas que ele falava, queria ter uma Harley-Davidson como ele tinha, tocar vários instrumentos musicais, como ele tocava...
Fui morar fora e quando visitando o Brasil (antes dos onlines), não perdia o “Jô Soares Onze e Meia”, e depois o “Programa do Jô”.
Não realizei esse sonho de infância. Não nessa vida. Mas tive a chance de encontrá-lo em um evento e pude dizer o quanto esta vida fora marcada por ele.
Pela Luz desse Gênio.
E fica aqui o poema de Mary Elizabeth Frye, o qual ele tanto gostava.
Como todo o meu Amor ✨💜✨
“Não chorem à beira do meu túmulo... Eu não estou lá.
Estou no soprar dos ventos, nas tempestades de verão, e nos chuviscos suaves da primavera.
Eu sou a pressa inquieta dos ruídos da cidade, e o silêncio das madrugadas.
Não chorem à beira do meu túmulo... Eu não estou lá.
Estou no brilho das estrelas perfurando a noite, e no cantar alegre dos pássaros.
Não... Não chorem tristes à beira do meu túmulo... Eu não estou lá.
Eu não morri. Eu sou a vida incessante e livre que corre nas águas do rio.”
raulguterres
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