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A Lei Maria da Penha completou 16 anos este mês como um marco na sociedade brasileira no que diz respeito ao combate à violência contra a mulher. Luiza Brunet já precisou recorrer à Lei – quando foi agredida pelo empresário Lírio Parisotto em 2016 – e desde então vem trabalhando na luta pelos direitos das mulheres e no combate à violência doméstica.
“Não consigo imaginar a nossa vida sem a Lei Maria da Penha. Fora que essa mulher é icônica, referência para todas nós, transformou seu sofrimento em luta, conseguindo minimizar a dor de outras mulheres”, pontua Luiza, acrescentando: “Se eu parasse de batalhar por justiça, poderia parar de ser atacada, mas segui, mesmo com tudo que enfrentei, e hoje sou respeitada. As campanhas contra a violência deveriam ser pontuadas o ano todo, serem contínuas. Também é preciso fazer valer punições mais duras. Me orgulho de quem me tornei. Sou uma mulher muito mais forte e não tenho vergonha da minha história”
A empresária também falou sobre os ataques que a filha, Yasmin Brunet, recebeu no final de semana passado de uma seguidora em uma rede social, dizendo que a modelo deveria ser agredida, assim como Luiza foi no passado. Yasmin contou que as agressões são feitas principalmente por mulheres. “O que leva uma mulher a falar isso para outra? Deve estar muito mal, precisa se cuidar, está doente, e não percebe. Que ódio é esse? Desejar que a pessoa sofra uma agressão é crime. Falei para a Yasmin fazer B.O., a pessoa tem que parar. Você tem que denunciar quando sofre qualquer tipo de agressão, senão fica tudo igual”, frisa. #luizabrunet #leimariadapenha #yasminbrunet #yasmin #heloisatolipan #siteheloisatolipan
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