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Ao tempo em que líderes começam a rodada de negociações, tendo o financiamento climático como assunto principal, ativistas se reuniram na entrada da Zona Azul, à qual só tem acesso quem tem crachá. É lá que fica o plenário, salas de negociações, espaço de eventos e pavilhões dos países e organizações. Eles protestaram pelo fim do financiamento dos combustíveis fósseis e investimento em projetos de energia renovável. Além, é claro, da compensação dos países ricos aos pobres, pelo agravamento da crise climática. Na quinta-feira (10), um novo protesto. O dia começou com manifestação de ativistas pela justiça climática, da Ásia, África e Américas, no pátio da Zona Azul. Eles se mobilizaram rapidamente ao saber que mais de 600 lobistas do setor de combustíveis fósseis participam do evento. Os manifestantes exigiam que eles fossem expulsos da COP27. Para este mesmo dia, havia um chamado para que as pessoas vestissem branco, em memória de defensores do meio ambiente e direitos humanos mortos e em solidariedade aos que são criminalizados em todo o mundo. A brasileira Mariele Franco também foi lembrada. Em outro momento, uma mulher transitava por espaços da COP27 com uma roupa que trazia um alerta: “a enchente está chegando”. Leia mais e saiba como foram os primeiros protestos na #COP27 Acesse midianinja.org/cop-27 ou veja o link na bio #NINJAnaCOP27
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